Quando falamos em sistema de informação, SIG, é comum imaginarmos uma reunião de recursos integrados e coordenados entre si, tais como recursos materiais, humanos, tecnológicos, financeiros, que visam a obtenção de informações para auxiliar na tomada de decisão conforme os objetivos determinados pela missão empresarial.

Para uma grande estrutura o SIG deve passar por uma complexidade maior, que certamente não ocorrerá a uma pequena organização. Tal sistema poderá ser idealizado pelo Controller, e ainda que executado por um único proprietário, deverá conter as informações inerentes ao planejamento de compras, planos de marketing, elaboração dos sistemas financeiros, controle de estoques, avaliação de resultado, elaborados de forma simplificada e que auxiliem na tomada de decisão.  

O controle pode ser utilizado em inúmeras situações, com finalidades diversas e, às vezes, ele é exercido sobre uma determinada área, atividade, podendo trazer resultados satisfatórios para quem o exerce, mas pode não ser bem aceito por quem está sendo controlado. É o caso típico das empresas que tem suas atividades controladas pelo governo. 

Os controles são meios para se atingir um fim, buscar a direção planejada pela pequena organização, ou seja: exercer verdadeiramente o controle. Os controles, por serem instrumentos de mensuração, estão relacionados com os fatos ocorridos, sendo que o controle está relacionado com as expectativas, isto é, com o futuro. São analíticos, preocupam-se com o passado e o presente. O controle é normativo e determina aquilo que deve ser.

Concluímos que neste momento, qualquer empreendimento, grande ou pequeno necessita ter controle sistemático de suas ações; deve possuir frequências determinadas e as falhas existentes devem ser corrigidas o mais rápido possível para que novas implementações sejam estudadas e colocadas em prática.

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